Escrevi esse texto pra postar no blog de uma banda que eu conheci há pouco tempo, e gostei bastante. O link deles tá no título do post. :}
Veja bem: é como se eu fizesse parte de tudo isso. Como se tivesse propriedade o suficiente pra chamar de meu. E mesmo não tendo, o faço, e me perco na magia que há. Percebi, inicialmente, uma vontade de ajudar. De alguma forma. Qualquer forma. Queria mesmo é dar um toque especial... Aquela mesma energia que me entorpecia, só de sentir a música. Sim, digo sentir. Muito mais do que ouvir, a gente percebe. A arte de quem escreve, de quem transforma em melodia detalhes da alma. Num misto único de paixão, talento e vontade.
Perder-se em meio à acordes é encontrar-se no desejo de SER a música. Entende? Vamos lá. Poesia é mais do que palavras jogadas, música é mais do que notas casadas e ritmo, e arte é muito mais do que tudo isso junto. A Bent me encanta por isso. E não é de muito tempo, mas parece uma vida inteira. Encontrar pessoas com o mesmo amor pela música que eu tenho, e que compreendam o peso que isso representa na minha vida foi mais que um presente. E poder ajudar também!
Influenciados ou não pelas minhas bandas favoritas, não foi o que me cativou neles. Mas é essa busca incansável pela própria identidade, sabe? E muito mais do que isso: abraço a causa. Foi o que eu escrevi uma vez num blog meu: “Querer, a todo instante, buscar algo e se doar para isso”, e daí surgir o sonho mais real que eu já pude ver. A batida, o ritmo, a poesia, os tempos, a melodia, o jogo de acordes, a impaciência por querer o melhor a todo instante, as risadas nos encaixes perfeitos, o vocal, a sintonia. A alma.
Não canso em falar de alma, porque é isso que move as pessoas! Corpo sem alma é oco. Alma sem propósito, sem perspectiva, é sombra. Uma vez li uma frase – assistindo o meu DVD da Maria Gadú – que me marcou, e tenho vontade de marcá-la em mim. Diz “e se não for pela arte, por que a alma pesando o corpo?”. Percebem? E esse é só o começo. Um pouco de mim, e muito deles. A promessa ta aí pra ser cumprida, e – palavra de escoteira! – a contribuição deles é o que tava faltando. E são só dois anos de banda! Imagina só o que vem aí pela frente...
Eu sou Mariana Costa. Bem-vindos à minha vida, Bent. E obrigada por me permitir fazer parte da sua.
Um presentinho meu pra vocês: http://www.youtube.com/watch?v=kryV3E4QKGk
dreams come true?
domingo, 19 de junho de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Carpe Diem de merda
Inquietação extrema. Quero arriscar-me. Ir além do ilusório, expandir qualquer horizonte, desmistificar limites antes impostos por alguém que eu não sei quem, me fugiu à mente. Talvez por não ter sido eu mesma, ou o fato de não querer ser eu mesma. De ambas as formas, ir além causa tumulto dentro de mim. Como se não bastasse ser eu mesma, eu quero mais. Quero muito pouco do muito que posso, acomodo-me ao acaso. Deixo-me levar pelo vento, e morro na praia. É sempre assim, não é? Muda aqui e ali, mas continua igual. Essência perdida. Uma luta interminável contra meu próprio ego. Incontrolável, identidades diversas, dispostas a encontrar-se no fim do labirinto construído durante aquele sonho que mais parecia um dia qualquer. Até porque de dias vazios não tenho do que reclamar. De fato, preciso deixar de conter em mim a busca pelo imprevisível, o que não alcanço por falta de tentativa. Falta de coragem. Triste, não é? Realidade que consome qualquer tipo de alteração de rota. Mas sem perder o que cativa. O carisma, a atitude, a arte de ser quem nem eu mesma sei. Trata-se de um trato. Ano novo, vida nova. O caralho! Tá tudo igual. Tudo no mesmo lugar que deixei num piscar de ontem. Sobra a falta do que se falta, num imundo desejo da sobra.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Um mundo mudo
Pessoas perdidas e dependentes das novas tecnologias acabam por se tornar reféns do virtual. São 800 milhões de cidadãos em todo mundo acessando a internet, tantas vezes por mais tempo do que destinam a seu próprio sono. O número de aparelhos celulares chega à beira dos quatro bilhões no planeta e as pessoas parecem ainda insatisfeitas.
Não há mais relacionamentos entre vizinhos, familiares que só se encontram no Orkut, amigos que marcam encontro numa janela de MSN, e para que tanto investimento em alfabetização de ponta nas escolas se o Word tem autocorreção?
As crianças não têm mais tempo para viver suas infâncias. Precisa fazer esporte, língua estrangeira, aula de música e reforço de matemática. Seus pais justificam o corre-corre com o sustento: os filhos ficam em segundo plano, mesmo num final de semana ensolarado. Porque o celular toca e é preciso voltar ao trabalho, e a conversa fica para outra hora.
Não há mais rádio para ouvir, televisão para assistir, e a informação não circula. A internet não conecta, não há ninguém para entregar as cartas – muito menos para escrevê-las. Fotografias não são mais reveladas por não significarem mais nada. Nem lembrança, que nos remete a histórias e segredos da família. Não há mais comunicação.
Todos se tornam surdos e mudos, sem libras, sem expressões, sem comunicar-se. Signos saem de suas prioridades para serem simplesmente ícones, nada de especial os cerca. Há mais tempo para particularidades, para preocupações, porque não há mais tempo cerrado a cumprir e cobranças. Mas não há entendimento, nem relacionamentos mútuos. Sentimentos esfriam por não chegarem como a mensagem devida. Um exílio obrigatório, sem zunidos.
Não há mais relacionamentos entre vizinhos, familiares que só se encontram no Orkut, amigos que marcam encontro numa janela de MSN, e para que tanto investimento em alfabetização de ponta nas escolas se o Word tem autocorreção?
As crianças não têm mais tempo para viver suas infâncias. Precisa fazer esporte, língua estrangeira, aula de música e reforço de matemática. Seus pais justificam o corre-corre com o sustento: os filhos ficam em segundo plano, mesmo num final de semana ensolarado. Porque o celular toca e é preciso voltar ao trabalho, e a conversa fica para outra hora.
Não há mais rádio para ouvir, televisão para assistir, e a informação não circula. A internet não conecta, não há ninguém para entregar as cartas – muito menos para escrevê-las. Fotografias não são mais reveladas por não significarem mais nada. Nem lembrança, que nos remete a histórias e segredos da família. Não há mais comunicação.
Todos se tornam surdos e mudos, sem libras, sem expressões, sem comunicar-se. Signos saem de suas prioridades para serem simplesmente ícones, nada de especial os cerca. Há mais tempo para particularidades, para preocupações, porque não há mais tempo cerrado a cumprir e cobranças. Mas não há entendimento, nem relacionamentos mútuos. Sentimentos esfriam por não chegarem como a mensagem devida. Um exílio obrigatório, sem zunidos.
Artigo escrito para a disciplina de Lab. Jornal Impresso, em 3 de fevereiro de 2010.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Quando há coragem
É incrível a maneira como me faz tão bem com tão pouco. Cada sorriso e brilho no olhar me empetece a alma e vivo como num sonho, tão real que me dói a consciência, com medo de acordar. Um alívio imediato me invade o peito ao sentir que toda reciprocidade tem, por fim, uma certa dose de lástima sina envolvida pela magia do querer e estar bem, apenas por estar e por fazer bem. O coração desritmado pelo medo de perder-se.
Um pedido à última estrela-cadente, que não tentou abster-se de cumprir com seu dever e doou-se em pleno desejo de sua sina. Trouxe-me o que eu nem acreditava mais... O que não mais carecia fé de minha parte. Trouxe após a chuva o sol, o frio de não estar, o calor quando se aproxima... A fé na vida, a vontade do abraço, a ternura da coragem em se entregar, o selar dos lábios, a mistura de respirações que faz a poesia pairar sob um céu estrelado, a dança, a canção...
e o medo de perder-se um do outro, quando só existe um.
Um pedido à última estrela-cadente, que não tentou abster-se de cumprir com seu dever e doou-se em pleno desejo de sua sina. Trouxe-me o que eu nem acreditava mais... O que não mais carecia fé de minha parte. Trouxe após a chuva o sol, o frio de não estar, o calor quando se aproxima... A fé na vida, a vontade do abraço, a ternura da coragem em se entregar, o selar dos lábios, a mistura de respirações que faz a poesia pairar sob um céu estrelado, a dança, a canção...
e o medo de perder-se um do outro, quando só existe um.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Férias, pra que te quero?
Alguém aí avisa ao Papai Noel que as coisas no Brasil estão numa promoção alucinada já no ritmo do natal?
Venha logo, bom Velhinho. E traga as minhas férias, rápido.
Venha logo, bom Velhinho. E traga as minhas férias, rápido.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Pedregulhos
É bom saber que não só de lembranças se escreve uma história... é do hoje esquecido a que toda memória retorna. E mesmo quando relembrar machuca, não faria sentido tentar construir um novo sem referências. A que tudo me parece, estou perdida. E o que antes não me assustava, hoje não me permite fechar os olhos em sossego. Querer, a todo instante, buscar algo e se doar para isso, desgasta. Desgasta ao ponto de não querer mais nada, nem se prestar a isso. E até pode ser considerado contraditório de minha parte querer desistir a todo instante e não ter a mínima coragem para realmente fazer isso. Daria todo o meu tempo pela resposta, mas o que sobra é covardia. Daria toda minh'alma se a garantia me fosse dada. E para aos que duvidam, nem todo amor supre a necessidade. Nem toda fé. Doar-se para que, afinal? Se a pedra do pessimismo sempre cairá sobre as ilusões... Cada pedra em cada sonho mal registrado é uma dor a mais a se libertar no final da história; superações em demasiada carência de motivos e mergulhar num oceano de lágrimas que nunca caíram.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Oráculo
Desde pequeno escuta-se dizer que o importante mesmo é fazer o que se gosta e ser feliz. Legal. Parece tudo mais fácil quando se tem alguém para amarrar os teus cadarços. Resta a dúvida do destino quando chega a hora de você mesmo optar por ele. Não que seja algo de extrema dificuldade, longe disso; afinal de contas, escolher uma profissão é moleza. Ou é o que dizem os oráculos quando você pergunta: Estou fazendo o certo?
Se tudo na vida dependesse de respostas de oráculos, talvez assim a certeza tomaria um pouco mais de cor. Fácil mesmo é ter respostas prontas, e alguém que lhe dê comida na boca. Ok, sem demagogias, fato é que as coisas são mais difíceis do que as telenovelas implicam. Não é apenas um romance à Shakespeare, assassinatos indecifráveis – onde só se descobre o autor do crime no último capítulo – e festinhas na lanchonete perto do colégio. Alguns detalhes são esquecidos e meramente ignorados.
O que se sabe é que sempre há um vilão. Primeiro os cadarços; depois a prova de matemática. Em seguida vem o primeiro namorado e a festa de formatura. Mas o pior deles, talvez, seja o Vestibular – que já mudou até de nome na altura do campeonato, numa tentativa de assustar menos, quem sabe. O que fazer pelo resto da tua vida? Um pouco de exagero, recapitula-se a pergunta: O que fazer pelos próximos cinco anos da tua vida? Melhor assim, menos assustador. Ou não. Ainda há a cobrança, a pressão psicológica, e o orgulho do papai.
Jornalismo, isso. Uma boa escolha aos sonhadores de plantão, diz o discurso de Seu José. Mas ela será a melhor! O otimismo da mãe é o melhor calmante nessas horas. E leva-se a faculdade assim. Vontade de desistir não falta, apoio aos tropeços, sono nas aulas de redação. Talvez um pouco mais de adrenalina fosse o bastante para dar uma guinada ao acaso... um estágio. Ótimo! Procura-se estágio. E-mails, currículos, todos entregues nas mais diversas empresas, cujas perspectivas são das melhores escalas. E o que se recebe são exigências e requisitos a se alcançar para agora, e necessita-se de alguns meses.
“Precisa-se de estagiário com experiência”. E como ter experiência se esta não é oferecida? Pede-se por alguém inventado. Alguém que não comece a faculdade aos 17 anos, com tempo o suficiente para fazer dos mais diversos cursos. Fácil seria se já se nascesse sabendo. Definitivamente, o Vestibular não é o pior. O primeiro emprego, fato. Que de primeiro não deveria ter-se nada, se espera-se experiência o suficiente para preencher os tão almejados requisitos.
Mas, ok, é necessário ter calma. Ou um oráculo de novo, pra perguntar se é isso mesmo que se quer. Resta-se a opção de escolher em qual área querer atuar. Dizem que assessoria de imprensa é uma área chata. Comunicação interna de uma empresa, quem sabe. Redações de grandes jornais, corrida contra o tempo na hora de entregar uma notícia, arriscar a vida pela informação, ter seu nome estampado nas páginas amarelas de uma revista ou ser até correspondente internacional! É isso, mais fácil do que se imaginava.
Só que é esquecida toda a parte inicial disso tudo. Os primeiros períodos da faculdade, todas as matérias teóricas que te fazem ter dor de cabeça por uma semana – ou mais – e todos os professores que exigem de você textos e mais textos, em seis meses. Ilusão seria aceitar isso como martírio, quando se, na realidade, a cobrança muda de uma semana para três horas.
Faz a pauta, corre atrás de fontes seguras (ou simplesmente fontes), escreve o lead, o sub-lead, e todo o resto. Tira-se nota baixa, reescreve. Muda o jeito de escrever. Melhora-se a nota. Ótimo, parece que tudo está se colocando nos eixos... Até a semana seguinte, com o próximo texto a ser entregue ao professor, e o medo de perceber que aquilo ali não é para você. Daí, o vilão, que agora era o primeiro estágio, volta ao tão assombrado Vestibular. Era isso mesmo? Jornalismo? Talvez o Seu José tivesse razão naquele pessimismo todo de discurso de sonhador. Talvez sonhadora mesmo fosse a mãe, que acredita no potencial do filho jornalista. Será?
Engraçado é pensar no companheiro da realidade como um sonho. Jornalismo, a verdade como ela é, nua e crua, sendo taxada de Profissão Utópica. Será? Ainda prefiro o desafio dos cadarços, a tensão do Vestibular ou o desejo primeiro emprego. Antes ser jornalista e correr atrás do que se quer, do que levar uma vida inteira de Oráculo. Tentar adivinhar o destino é tedioso demais.
Se tudo na vida dependesse de respostas de oráculos, talvez assim a certeza tomaria um pouco mais de cor. Fácil mesmo é ter respostas prontas, e alguém que lhe dê comida na boca. Ok, sem demagogias, fato é que as coisas são mais difíceis do que as telenovelas implicam. Não é apenas um romance à Shakespeare, assassinatos indecifráveis – onde só se descobre o autor do crime no último capítulo – e festinhas na lanchonete perto do colégio. Alguns detalhes são esquecidos e meramente ignorados.
O que se sabe é que sempre há um vilão. Primeiro os cadarços; depois a prova de matemática. Em seguida vem o primeiro namorado e a festa de formatura. Mas o pior deles, talvez, seja o Vestibular – que já mudou até de nome na altura do campeonato, numa tentativa de assustar menos, quem sabe. O que fazer pelo resto da tua vida? Um pouco de exagero, recapitula-se a pergunta: O que fazer pelos próximos cinco anos da tua vida? Melhor assim, menos assustador. Ou não. Ainda há a cobrança, a pressão psicológica, e o orgulho do papai.
Jornalismo, isso. Uma boa escolha aos sonhadores de plantão, diz o discurso de Seu José. Mas ela será a melhor! O otimismo da mãe é o melhor calmante nessas horas. E leva-se a faculdade assim. Vontade de desistir não falta, apoio aos tropeços, sono nas aulas de redação. Talvez um pouco mais de adrenalina fosse o bastante para dar uma guinada ao acaso... um estágio. Ótimo! Procura-se estágio. E-mails, currículos, todos entregues nas mais diversas empresas, cujas perspectivas são das melhores escalas. E o que se recebe são exigências e requisitos a se alcançar para agora, e necessita-se de alguns meses.
“Precisa-se de estagiário com experiência”. E como ter experiência se esta não é oferecida? Pede-se por alguém inventado. Alguém que não comece a faculdade aos 17 anos, com tempo o suficiente para fazer dos mais diversos cursos. Fácil seria se já se nascesse sabendo. Definitivamente, o Vestibular não é o pior. O primeiro emprego, fato. Que de primeiro não deveria ter-se nada, se espera-se experiência o suficiente para preencher os tão almejados requisitos.
Mas, ok, é necessário ter calma. Ou um oráculo de novo, pra perguntar se é isso mesmo que se quer. Resta-se a opção de escolher em qual área querer atuar. Dizem que assessoria de imprensa é uma área chata. Comunicação interna de uma empresa, quem sabe. Redações de grandes jornais, corrida contra o tempo na hora de entregar uma notícia, arriscar a vida pela informação, ter seu nome estampado nas páginas amarelas de uma revista ou ser até correspondente internacional! É isso, mais fácil do que se imaginava.
Só que é esquecida toda a parte inicial disso tudo. Os primeiros períodos da faculdade, todas as matérias teóricas que te fazem ter dor de cabeça por uma semana – ou mais – e todos os professores que exigem de você textos e mais textos, em seis meses. Ilusão seria aceitar isso como martírio, quando se, na realidade, a cobrança muda de uma semana para três horas.
Faz a pauta, corre atrás de fontes seguras (ou simplesmente fontes), escreve o lead, o sub-lead, e todo o resto. Tira-se nota baixa, reescreve. Muda o jeito de escrever. Melhora-se a nota. Ótimo, parece que tudo está se colocando nos eixos... Até a semana seguinte, com o próximo texto a ser entregue ao professor, e o medo de perceber que aquilo ali não é para você. Daí, o vilão, que agora era o primeiro estágio, volta ao tão assombrado Vestibular. Era isso mesmo? Jornalismo? Talvez o Seu José tivesse razão naquele pessimismo todo de discurso de sonhador. Talvez sonhadora mesmo fosse a mãe, que acredita no potencial do filho jornalista. Será?
Engraçado é pensar no companheiro da realidade como um sonho. Jornalismo, a verdade como ela é, nua e crua, sendo taxada de Profissão Utópica. Será? Ainda prefiro o desafio dos cadarços, a tensão do Vestibular ou o desejo primeiro emprego. Antes ser jornalista e correr atrás do que se quer, do que levar uma vida inteira de Oráculo. Tentar adivinhar o destino é tedioso demais.
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